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Adotado, bombeiro reencontra mãe em VG

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O bombeiro civil Diego Freitas Barbosa, de 33 anos, que mora em São Paulo, conseguiu reencontrar a mãe biológica, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, no último dia 4, após oito anos em busca dela. Diego descobriu, em 2013, que era adotado e, desde então, decidiu viajar para Mato Grosso em busca de informações sobre Débora Gonçalves da Silva, a mãe biológica.

Diego contou ao G1 que, primeiro, conseguiu informações sobre a irmã dele por parte de pai e, com a ajuda dela, encontrou Débora. “Minha irmã estava morando próximo da minha mãe, foi quando eu tive a coragem de falar com ela, pois é um assunto muito delicado. Imagina eu chegar para uma pessoa e falar que sou irmão dela?Ela não sabia quem eu era, mas, no final, deu tudo certo”, contou.

O bombeiro disse que passou a compartilhar o dia a dia, em Mato Grosso, na casa da família biológica, após reencontrá-los.

Diego usou uma foto antiga que guardava da mãe biológica para buscas informações sobre a família. As buscas foram feitas no Bairro Parque Sabiá, região indicada pela irmã dele, que tinha conseguido essa informação.

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Após muita procura, Diego parou em um bar e conversou exatamente com a enfermeira que cuidava de Débora quando ela ficava doente. Por meio dela, ele encontrou a casa onde a mãe dele mora. “Eu sabia que um dia encontraria ela. Eu disse para a minha irmã que iria esclarecer com a minha mãe tudo o que ficou para atrás. Foi muita emoção. A alegria tomou conta daquele momento”, relembrou.

Diego disse que a principal dúvida que ele tinha era o motivo da mãe ter o abandonado. Segundo ele, agora tudo foi esclarecido.

Débora trabalhava de empregada doméstica na casa de uma mulher em São Paulo. De acordo com Diego, a moradora prometeu a Débora que ela viveria melhor morando na casa de outra família, e que ela cuidaria de Diego durante esse período.

No entanto, quando Débora chegou na casa, ela percebeu que as coisas não seriam da forma como a mulher havia prometido. Segundo ele, naquele período de mudança, a mulher o pegou pelos braços e o levou embora. Desde então, ele nunca mais teve contato com a mãe biológica.

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Em 2012, Diego descobriu que era filho adotivo por meio de um padrinho dele, quando estava trabalhando em Praia Grande (SP). Depois disso, ele começou a buscar pistas da mãe biológica, até localizar um ex-patrão dela. Débora havia trabalhado na casa dessa pessoa como doméstica. Esse homem, como conta Diego, morava em Várzea Grande e escreveu uma carta para o militar relatando tudo o que sabia a respeito da mãe dele.

Após receber a mensagem, uma foto e informações preliminares sobre o ‘paradeiro’ da mãe, Diego decidiu procurá-la e entender o motivo de ter sido separado dela. O jovem viajou para e, um dos sucessos da viagem, foi ter encontrado o seu pai biológico, no mesmo local onde a mãe dele havia trabalhado. “Ele disse que sabia quem eu era, porque eu era idêntico à minha mãe. Ele falou que tinha que assumir os erros, mas disse que não queria lembrar do passado. Ele também me ajudou com pistas para encontrar minha mãe”, contou.

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Bazar do Bem tem aumento de doações em VG

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O movimento idealizado pela primeira-dama de Várzea Grande, Promotora de Justiça Kika Dorilêo Baracat tem sido abraçada pela população local que tem feito as doações de roupas e calçados que serão comercializados nos dias 1 e 2 de dezembro –  durante a realização do Bazar do Bem – cuja a renda será destinada para o Lar dos Idosos ‘São Vicente de Paula’, onde residem 64 pessoas entre homens e mulheres.

“Estou surpresa com a quantidade de peças que chegam todos os dias nos nossos postos de arrecadação, são roupas e calçados novos e também vestuário em bom estado de uso que estarão disponíveis durante nosso bazar, quem participar da ação vai poder ajudar essa causa”, destacou a primeira-dama.

Kika Dorilêo disse estar contente com a repercussão que vem tendo o Bazar do Bem e da procura de pessoas querendo ajudar nesta causa, movidas por essa corrente de solidariedade que mobilizou não só moradores de Várzea Grande, mas de toda a baixada cuiabana. “Já arrecadamos mais de 1000 peças entre roupas, calçados e acessórios. Temos a certeza de que essa ação será um sucesso, e já estamos pensando em realizar novas edições do bazar para beneficiar outras instituições sociais do município. Mas esse será mais um dos projetos que serão desenvolvidos no ano de 2022”.

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Ela lembra que essa ação nasceu do desejo de ajudar a uma instituição social e a escolha do Lar dos Idosos foi pelo fato de o local ter sido afetado com a pandemia, uma vez que as visitas não puderam ser feitas neste período. “O lar é mantido com ajuda do poder público, da população local e de doações de empresas privadas, daí resolvemos acolher os idosos e lançamos essa corrente de solidariedade com a realização do bazar”.

As doações podem ser feitas até o dia 24 de novembro, na Secretaria de Assistência Social e na sede da Prefeitura Municipal. As pessoas que querem colaborar com essa ação, porém não tem tempo de levar a doação, a Secretaria de Assistência Social tem uma equipe preparada para fazer essa busca, basta ligar no celular (65) 9991.3501 e informar os dados.

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