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TRABALHO ASSISTENCIAL

Comendador Frederico Müller visita Casa do Zeca, entidade assistencial do Vereador Rodrigo Arruda e Sá

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O comendador Frederico Müller Coutinho, proprietário do jornal Folha do Estado, esteve nesta quarta-feira (15.06), visitando a entidade “Casa do Zeca” cujo fundador e presidente de honra é o vereador Rodrigo Arruda e Sá.

A entidade foi criada em 2018 como uma forma de homenagear o avô de Rodrigo, José Carlos de Arruda e Sá, o “Seu Zeca”, que durante muitos anos teve bicicletaria e comércio na Rua do Meio (atual Ricardo Franco).

“Meu avô ajudava muitas pessoas e em homenagem a ele eu criei a Associação Beneficente de Ajuda ao Cidadão (Abac) para dar continuidade ao seu legado”, explicou o vereador.

O comendador Frederico Müller conheceu toda a entidade (veja vídeo apresentado pela presidente Ana Lúcia) e ficou impressionado com o trabalho realizado. “A Casa do Zeca presta um serviço essencial à comunidade Cuiabana em setores onde a população mais precisa e merece nossa atenção e colaboração”, comentou Frederico Müller.

“A Casa do Zeca, tem como foco prestar assistência aos menos favorecidos, nas áreas jurídica e da saúde, entre outras ações. Para isso, contamos com o trabalho de voluntários comprometidos em fazer o bem”, explicou o vereador, lembrando que a entidade precisa de apoio da comunidade para dar continuidade a seu trabalho.

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“Precisamos da ajuda de todos para fortalecer e ampliar as ações de amor ao próximo, realizadas pela Associação. As pessoas que trabalham com a gente são profissionais competentes e comprometidos, com o atendimento voluntário, seja na área de Saúde, na clínica médica, odontológica, de terapia e de psicologia; seja na área jurídica, prestando atendimento na área da saúde, do consumidor e da família”, disse Rodrigo Arruda e Sá.

A Casa do Zeca atende adultos e crianças em vulnerabilidade social e que necessitam de assistência. “Fazemos esse trabalho de forma voluntária, imbuídos do desejo de ajudar as pessoas e fazemos isso com muita dedicação”, disse o vereador, reforçando que a entidade precisa de doações de todo tipo, seja de roupas, alimentos, dinheiro ou mesmo de trabalho voluntário. “Seja mais um voluntário e junte-se a nós, nesse trabalho de Amor e Solidariedade!”, completou o vereador Rodrigo Arruda e Sá.

 

 

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Lobista acusa doleira de traição amorosa; veja prints

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Apontados pela Polícia Federal de serem membros do primeiro escalão da Organização Criminosa (Orcrim) que traficava cocaína entre Brasil e Europa, o lobista Rowles Magalhães e a doleira Nelma Kodama, investigados na Operação Descobrimento da Polícia Federal (PF) mantinham um relacionamento amoroso que ruiu com o tempo após o doleiro a acusar de traição.

No período de apenas 5 meses, entre junho e novembro de 2020, as mensagens demonstrando afeto trocadas entre o lobista e a doleira em meio às negociações deram lugar a uma série de acusações e ataques entre os agora ex-companheiros, como revelam mensagens anexados no inquérito da PF, ao qual o  teve acesso.

Durante as tratativas entre eles, era comum um se referir ao outro por “amor” e “vida”. No diálogo a seguir, do dia 07 de junho de 2020, Kodama e Rowles se comunicavam, via WhatsApp, sobre a logística de um transporte de drogas.

Nesse episódio, Nelma se dirige para uma outra casa (onde ela ficaria custodiada) localizada perto de sua residência e diz para Rowles: “Oi amor Acabei de chegar aqui na casa. E (é) bem perto de casa tá”. Na sequência, ela posta fotos do local e fala: “Amor só nós dois!! Cada coisa que já vivemos e estamos fazendo”.

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Kodama estava sob custódia, ou seja, presa, como garantia que o transporte dos entorpecentes negociados anteriormente seria feito conforme o combinado.  Segundo a PF, essa era uma prática comum a fim de assegurar a entrega das drogas.

Em menos de seis meses, a cumplicidade entre Rowles e Kodama ruiu e as mensagens carinhosas foram substituídas por acusações de uma suposta traição.

O desentendimento entre a dupla teve início após Rowles acusar Nelma de ter o traído quando ela negociou o envio de uma remessa de carga de drogas com André Luiz Santiago Eleutério, conhecido como Careca ou Negão, também citado no documento da PF como membro da Orcrim.

No dia 26 de novembro de 2020, Rowles conversou via ligação de voz com Nelma e acusando ela de “ter fudido com tudo”. Ela então o questiona: “Eu te roubei?”. “Se você combinou com o Careca e deu dinheiro para ele que caberia a mim, cê tomou de mim. Cê tomou de mim”, responde Rowles.

A partir desse episódio, a real intenção de Rowles era se desvencilhar do grupo criminoso e minar sua companheira Nelma, concluiu a Polícia Federal após a análise de diálogos entre Rowles e seu sócio, Ricardo Agostinho.

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Rowles continua: “Quem fudeu foi você! Quem falou merda foi você! Quem tem que aguentar a pica é você e não eu. Ok? Quem, vamo começar, quem começou fudendo e roubando quem e que me pediu desculpa foi você. Você que me fudeu com o CARECA, aí depois quando você tomou no cu e você ficou nervosa, você surtou, não, cê surtou, falou bosta…”.

Segundo a PF, Rowles demonstrou a intenção de se desvencilhar do grupo criminoso e começou a minar Nelma. As ligações entre ele e Nelma foram repassadas para o seu sócio Ricardo Agostinho. Rowles planejava aplicar um golpe milionário na agora ex-companheira nas tratativas de transporte de drogas recebendo o dinheiro e não executando as viagens.

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Com informações: Gazeta Digital

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