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Gasolina cada vez mais cara aumenta conversões para GNV

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Que o preço da gasolina está cada vez mais caro, nós já sabemos de cor e salteado. Do início de 2021 até agora a gasolina já aumentou 31,1% e o diesel 28%, puxando também o valor do etanol, que sempre foi a alternativa mais popular quando o preço do combustível aperta. Mas como driblar essa alta nos valores praticados?

A saída vista por muitos está na adaptação para o GNV – o gás natural veicular, uma alternativa cuja diferença só em São Paulo chega a de 60 a 86% na média com o gasto com a gasolina, por exemplo.

As instalações de kit GNV somente no primeiro trimestre de 2021 cresceram 15% no Brasil e 11% no estado do Rio de Janeiro. O levantamento foi feito pela Firjan a pedido do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Rio de Janeiro (Sindirepa).

Já em Minas Gerais, houve um impressionante número de 500% de crescimento de conversões de veículos para gás nos quatro primeiros meses desse ano em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o governo do Estado.

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“Tem gente que converte o carro, mas esquece de alterar a apólice do seguro e isso pode gerar muitos problemas”, avisa Marcelo Moura, diretor de automóvel e massificados da HDI Seguros. Vale salientar que nem toda seguradora cobre GNV – e isso é fundamental para não ter problemas com a cobertura para o combustível alternativo.

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Abastecer com etanol já não compensa em nenhum estado brasileiro

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Abastecer com etanol já não compensa em nenhum estado brasileiro. O preço médio nacional é de R$ 5,81 – e para o combustível de cana-de-açúcar compensar mais, deve ter valor inferior a 70% da gasolina.

A gasolina também voltou a ficar mais cara na primeira quinzena de outubro. A alta foi de 1,96% na comparação com o mês anterior, segundo levantamento feito pela ValeCard, empresa especializada em gestão de frotas.

A maior alta foi registrada no Piauí, onde a gasolina ficou 2,88% mais cara. No Ceará, segundo estado com maior aumento, a alta foi de 2,77%. Já as menores altas ocorreram no Tocantins, com 1,14% de reajuste, e Acre, com 1,23%.Os dados levam em consideração cerca de 25 mil estabelecimentos credenciados pela ValeCard entre os dias 1° e 15 de outubro.

Nas capitais brasileiras, o valor médio da gasolina é de R$ 6,37, sendo que Teresina (PI) e Rio de Janeiro (RJ) registram os valores mais elevados: R$ 6.84 e R$ 6,78, respectivamente. Os menores preços médios estão em Macapá (AM) e São Paulo (SP), com R$ 5,81 e R$ 5,98, respectivamente.

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