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Gasolina, etanol e diesel estão entre os itens que mais subiram de preço em 2021

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Gasolina, etanol e diesel estão entre os itens que mais subiram de preço neste ano
Reprodução: iG Minas Gerais

Gasolina, etanol e diesel estão entre os itens que mais subiram de preço neste ano

A inflação subiu 0,87% em agosto , na comparação com julho, segundo dados divugados nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste ano, o acumulado chegou a 5,67%. E entre os itens que mais saltaram de preço, estão os combustíveis.

Nos últimos oito meses, o preço da gasolina sofreu alta em sete deles. A exceção foi abril, quando houve uma queda de 0,44%. Em agosto, subiu de novo – desta vez, 2,8%. Etanol (4,5%), gás veicular (2,06%) e óleo diesel (1,79%) também ficaram mais caros no mês.

A pressão dos combustíveis fez com o que o setor de transportes tivesse o maior peso na composição do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nos últimos anos, os alimentos vinham sendo o grupo de maior impacto na inflação. No mês passado, porém, os transportes passaram a responder por 20,87% do IPCA, enquanto a alimentação, por 20,83%.

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Veja os 15 itens que mais subiram no acumulado do ano:

  • Pepino: 78,51%
  • Abobrinha: 72,90%
  • Pimentão: 58,18%
  • Etanol: 40,75%
  • Revista: 34,72%
  • Gasolina: 31,09%
  • Gás veicular: 30,12%
  • Óleo diesel: 28,02%
  • Açúcar refinado: 27,11%
  • Fubá de milho: 25,05%
  • Mandioca (aipim): 24,93%
  • Repolho: 23,82%
  • Gás de botijão: 23,79%
  • Melão: 22,14%
  • Açúcar cristal: 20,15%

 

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Abastecer com etanol já não compensa em nenhum estado brasileiro

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Abastecer com etanol já não compensa em nenhum estado brasileiro. O preço médio nacional é de R$ 5,81 – e para o combustível de cana-de-açúcar compensar mais, deve ter valor inferior a 70% da gasolina.

A gasolina também voltou a ficar mais cara na primeira quinzena de outubro. A alta foi de 1,96% na comparação com o mês anterior, segundo levantamento feito pela ValeCard, empresa especializada em gestão de frotas.

A maior alta foi registrada no Piauí, onde a gasolina ficou 2,88% mais cara. No Ceará, segundo estado com maior aumento, a alta foi de 2,77%. Já as menores altas ocorreram no Tocantins, com 1,14% de reajuste, e Acre, com 1,23%.Os dados levam em consideração cerca de 25 mil estabelecimentos credenciados pela ValeCard entre os dias 1° e 15 de outubro.

Nas capitais brasileiras, o valor médio da gasolina é de R$ 6,37, sendo que Teresina (PI) e Rio de Janeiro (RJ) registram os valores mais elevados: R$ 6.84 e R$ 6,78, respectivamente. Os menores preços médios estão em Macapá (AM) e São Paulo (SP), com R$ 5,81 e R$ 5,98, respectivamente.

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