CUIABÁ

POLÍCIA

Chegam a 70 as denúncias contra bacharel do golpe em Cuiabá

Publicados

POLÍCIA

O bacharel em direito Samir de Matos é alvo de uma nova ação judicial a partir da denúncia de uma vítima que alega ter tido prejuízo de R$ 16 milhões por aplicações financeiras. Ele é investigado por aplicar golpes financeiros milionários em irmãos da maçonaria. O número de vítimas passaria de 70, segundo a polícia.

Desde o início das investigações, o g1 tenta entrar em contato com Samir, mas o telefone dele está desligado. A reportagem também não localizou a defesa dele.

O juiz Yale Sabo Mendes , da 7ª Vara Cível de Cuiabá, determinou na quarta-feira (20) o bloqueio de bens e imóveis de Samir até que ele apareça e preste as devidas explicações e reparações às vítimas.

As aplicações aconteceram desde 21 de novembro de 2018 e também em 27 de junho de 2019. A vítima se deu conta do prejuízo quando ele sumiu da cidade neste ano e não retornou com o valor investido, conforme era o combinado.

Outro integrante na operação também foi denunciado. A Justiça bloqueou um imóvel rural em nome da mãe de Samir. Ela não pode transferir a propriedade e deve apresentar uma certidão atualizada no prazo de cinco dias sob pena de multa de R$ 1 mil por dia, de acordo com a decisão judicial.

Leia Também:  Gefron recupera 2 caminhões de empresa que iam para Bolívia

Samir ainda teve três imóveis bloqueados, dois em condomínios no Florais da Mata e no Esmeralda, e um apartamento no edifício Privilége avaliado em R$ 260 mil. Além disso, os veículos dele e do parceiro também foram apreendidos, sendo um Uno, Kwid e uma motocicleta. Também estão suspensos os depósitos e aplicações financeiras em nome dele, assim como ações e outros valores mobiliários na Bolsa de Valores.

O bacharel em direito está sendo investigado por supostos golpes financeiros em “irmãos” da maçonaria e em outras pessoas. São mais de 70 denúncias e com prejuízo acumulado de cerca de R$ 30 milhões. A polícia montou uma força tarefa para dar conta de ouvir todas as testemunhas do caso.

Um advogado e irmão da maçonaria foi um dos primeiros a denunciá-lo à Justiça. Com a repercussão, outros casos foram aparecendo, como de uma mulher anônima. Segundo ela, o método de Samir era uma promessa de investimento na Bolsa de Valores sem correr riscos de perda.

A loja maçônica chegou a expulsar Samir do quadro de integrantes da entidade por ele ter ferido os pilares éticos e morais e se aproveitado da confiança dos irmãos para aplicar os golpes financeiros. Desde dezembro do ano passado, Samir não repassou os valores para mais ninguém porque havia caído na Receita Federal em razão de uma suposta multa de R$ 1,1 milhões.

Leia Também:  Justiça extingue ação que apurou "farra das passagens" em MT

Segundo a vítima, isso era falso. Segundo o registro da polícia, Samir não foi mais localizado depois que a namorada dele o levou até a rodoviária, em março deste ano. Desde então, ele não foi mais visto.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍCIA

Golpista se passa por funcionário de banco e transfere R$ 52 mil de cliente

Publicados

em

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), recuperou através de bloqueio bancário a quantia de R$ 47 mil subtraídos de uma vítima de estelionato praticado por meio eletrônico.

Na terça-feira (10.05), a vítima de 22 anos e moradora do município de Porto dos Gaúchos (663 km a médio norte de Cuiabá), registrou o boletim de ocorrência.

O comunicante informou que recebeu uma ligação de uma pessoa, a qual se identificou como sendo da Cooperativa Sicredi.

Na ligação o suspeito disse que haviam tentado acessar a conta bancária da vítima por um aparelho celular não cadastrado. Devido ao fato era necessário fazer uma atualização do cadastro de segurança.

A vítima acabou seguindo as orientações repassadas pelo golpista via telefone, e teve o acesso de sua conta bloqueada. Em seguida ela verificou que haviam realizados dois débitos de sua conta.

Uma das transferências foi no valor de R$ 49 mil, enviado para uma conta do mesmo banco. A segunda transferência no valor de R$ 3 mil, foi creditado em uma conta de outra instituição financeira.

Leia Também:  Ladrão invade casa e rouba R$ 100 mil em joias em MT

A vítima retornou a ligação para o número do telefone, mas não conseguiu contato. Foi quando percebeu que havia caído em um golpe de estelionato.

A DRCI foi acionada para dar apoio nas diligências, e conseguiu recuperar quase o valor total subtraído da vítima através de bloqueio bancário.

As investigações continuam visando identificar e prender o autor do crime.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA