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Ação contra senador de MT por propaganda ilegal entra na reta final no TRE

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Uma representação eleitoral movida pelo Diretório Estadual do PSDB contra o senador Carlos Fávaro (PSD), relativa à eleição suplementar de 2020, ainda aguarda sentença de mérito no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT). O relator do caso, o juiz Pérsio Oliveira Landim,  determinou a intimação das partes para apresentação das alegações finais num prazo de dois dias.

A representação versa sobre a prática de propaganda eleitoral antecipada na eleição suplementar de 2020 e pede a condenação de Fávaro ao pagamento de multa. Naquela disputa, o PSDB tinha como candidato brigando pela vaga de senador o ex-deputado federal Nilson Leitão. O tucano amargou sua segunda derrota na disputa ao Senado, pois a primeira foi em outubro de 2018, quando as duas vagas foram conquistadas por Selma Arruda (Podemos) e Jayme Campos (DEM).

O PSDB alegou que Carlos Fávaro vinha publicando e impulsionando massivamente vídeos e fotos nas suas redes sociais (Facebook e Instagram) com nítido caráter eleitoral em período de pré-campanha, abusando na quantidade e no valor de gastos com o impulsionamento das publicações. Fávaro, era tido como favorito a vencer o pleito desde o começo, – até porque já estava ocupando interinamente a vaga de senador com a cassação de Selma Arruda por crimes de caixa 2 e abuso de poder econômico.

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Ainda em setembro de 2020, o juiz Sebastião Monteiro da Costa Júnior, negou o pedido de liminar para remoção de conteúdo e de abstenção de patrocinar (impulsionar) postagens em suas redes sociais no período de pré-campanha, mediante a perda superveniente do objeto, o que conduz a falta de interesse processual.

Dentre os últimos andamentos do processo, o relator em despacho assinado no dia 26 de novembro do ano passado,  esclareceu que  não há requerimento para a produção de outras provas, tem-se por encerrado o prazo de dilação probatória. “Por conseguinte, determino a intimação das partes para apresentação de alegações finais no prazo comum de 2 [dois] dias. Decorrido o prazo acima estabelecido, com ou sem manifestação, o que deverá ser certificado nos autos, de forma direta, colha-se a manifestação do Ministério Público Eleitoral”, despachou.

Na disputa suplementar de 2020, Carlos Fávaro foi eleito com 371.857 (25,97%) dos votos válidos. A segunda colocada no pleito foi a candidata Coronel Fernanda (Patriota), que conquistou 293.362 votos (20,49%). O tucano Nilson Leitão amargou um terceiro lugar com 157.504 votos (11%).

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Blairo avaliza Neri ao Senado

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O ex-ministro da Agricultura e ex-governador Mato Grosso, Blairo Maggi (PP), deu aval ao deputado Neri Geller (PP) para continuar com a sua candidatura ao Senado. Na ocasião, Maggi também garantiu que participará da campanha de Neri para ajudá-lo se eleger.

O encontro entre os dois progressistas ocorreu  nesta quarta-feira (4) em Cuiabá para discutir os próximos passos das articulações em prol de Geller para consolidar a sua pré-candidatura.

Blairo sempre foi um dos avalisadores da candidatura de Neri, e, ao reafirmar o seu apoio mesmo com a possibilidade de Geller não compor a chapa com o governador Mauro Mendes (União), fortalece sua campanha, já que o ex-governador ainda aparece em primeiro lugar nas pesquisas internas para o Senado e governo, mesmo estando aposentado da politica eleitoral.

Neri Geller tem fortalecido o seu nome na disputa ao Senado mesmo com a aproximação do governador com o presidente Jair Bolsonaro e o PL de Wellington Fagundes.

Geller possue o apoio do PSD do senador Carlos Fávaro, do MDB de Carlos Bezerra e o PSB de Max Russi. O Neri também tem conseguido apoios importantes dentro do União Brasil, partido do governador. Já tem o apoio do deputado Dilmar Dal Bosco (União) e dos irmãos Júlio e Jayme Campos, também do União Brasil.

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Com a entrada de Blairo nas articulações em prol de Neri, aumenta a pressão em cima do governador Mauro Mendes, que ainda não definiu se terá Wellington Fagundes como seu candidato ao Senado ou não.   Isso porque Maggi é o padrinho político de Mauro Mendes e seu principal conselheiro político, além de ser considerado ainda a maior liderança de Mato Grosso.

Nos bastidores, a tendência é que Mendes confirme a aliança com Fagundes, mas que abra espaço para Neri fazer campanha. No caso, o PP lançaria uma candidatura solo ao Senado sem ter a cabeça de chapa, ou seja, sem candidatura ao governo.

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