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Mendes minimiza saída de deputados do PSL: “não se perde o que não tem”

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O governador Mauro Mendes avaliou como natural a saída de correligionários que não concordam com a fusão entre o Democratas e o PSL, denominada União Brasil. As declarações foram dadas na manhã desta quinta-feira (14), em coletiva de imprensa durante a entrega da estrutura ampliada da Central de Imunobiológicos de Mato Grosso.

Com a formação do novo partido, alguns deputados filiados ao PSL afirmaram que não vão compor a base do governador, o que acarretaria na saída desses parlamentares da sigla e na redução da bancada na Assembleia Legislativa (ALMT). Esses deputados são Ulysses Moraes e Claudinei Lopes.

O governador vê essa ‘debandada’ de forma natural. “Isso é natural. Nunca foram, então se nunca foram não vão estar saindo. A gente nunca perde aquilo que não tem”, disse o governador.

Ao ser questionado sobre o comando da sigla em Mato Grosso, Mendes novamente descartou a possibilidade de assumir a presidência do União Brasil por conta das suas ocupações à frente do Palácio Paiaguás. “Eu até gostaria, mas é impossível sobre ponto de vista lógico de eu ter tempo para cuidar do Estado inteiro, ajudar os secretários em muitas áreas que demandam da minha presença e, ao mesmo tempo, imaginar que vou conseguir fazer um trabalho de gestão política e institucional de um partido”, pontuou.

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EP diz que reduziu contratos na Saúde e que temporários são contestados desde 2009

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No pedido de suspensão de segurança protocolado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para retornar ao mandato, o prefeito afastado de Cuiabá diz que jamais agiu politicamente na contratação de servidores temporários para atuar na Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Na defesa assinada pelo advogado paranaense Mateus Beresa de Paula Macedo, é argumentado que as contratações temporárias pela Prefeitura de Cuiabá na área da saúde são questionadas pelo Ministério Público desde 2009.

Além disso, foi afastada a tese de que Emanuel Pinheiro provocou inchaço na administração pública com contratações desnecessárias para visar vantagens meramente políticas. Isso porque o prefeito, conforme a defesa, estaria na verdade agindo para se adequar as recomendações do Ministério Público Estadual (MPE) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

A defesa diz que houve redução do número de servidores contratados em 2018 e 2019, aumentando a partir de 2020 por conta da pandemia do coronavírus reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a partir de março daquele ano.

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O aumento na procura de serviços na saúde pública que levou o serviço público a conciliar o atendimento aos pacientes da covid-19 com outros casos de urgência e habituais, gerou novas contratações temporárias em 2021. Porém, de acordo com a defesa, não produziu o condão de gerar resultados políticos em favor do prefeito.

“Até o ano de 2018 manteve-se relativa estabilidade na proporção entre cargos de carreira e contratações temporárias. Essa proporção caiu consideravelmente nos anos de 2019 e 2020 (o que demonstra a absoluta cooperação do Requerente) e apenas aumentou em 2021 em razão das contratações de urgência motivadas pela pandemia do Covid-19 e pela ampliação das unidades de saúde”.

“Além disso, dos 259 cargos mencionados na decisão impugnada (contratações temporárias entre março e dezembro de 2018), todos os que ainda se encontravam na referida situação já foram exonerados pela Secretaria Municipal de Saúde (precisamente 205 servidores), com exceção de duas servidoras que se encontram em estágio gestacional”, diz um dos trechos da petição.

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Ainda é ressaltado que o Ministério Público não consegue comprovar cabalmente que o prefeito tenha interferido diretamente na contratação de servidores e tampouco tenha autorizado contratações e pagamentos e ainda ganhos políticos nas contratações.

Por isso, o afastamento de Emanuel Pinheiro, pela ótica jurídica, representa grave violação à ordem pública, sendo necessário a imediata concessão de liminar pelo STJ para suspendê-lo. A tese proposta dependeria de 3 elementos intrínsecos para se sustentar como hipótese acusatória apta a ensejar o afastamento de Chefe de Poder democraticamente eleito: (i) que o número de servidores temporários tenha crescido em relação a gestões anteriores; (ii) que haja efetiva ingerência do Requerente nessas contratações/pagamentos; e (iii) que se demonstre alguma evidência do ganho político decorrente das contratações.

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