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Senadores de MT gastam R$ 267 mil com alugueis, viagens e até Correios

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No primeiro trimestre deste ano, os três senadores de Mato Grosso, – Carlos Fávaro (PSD), Jayme Campos (União Brasil) e Wellington Fagundes (PL) -, utilizaram R$ 267,1 mil de recursos da cota parlamentar disponibilizada pelo Senado para custeio de uma série de despesas relativas ao mandato. Quem mais gastou foi Carlos Fávaro, com R$ 111,9 mil. Relatórios detalhados sobre a utilização da verba pública são disponibilizados no portal transparência do próprio Senado.

Carlos Fávaro, conforme sua prestação de contas sobre o destino das verbas, utilizou a maior parte do dinheiro, um total de R$ 42,5 mil para pagar locomoção, hospedagem alimentação e combustíveis nos três primeiros meses de 2022. Seu segundo maior gasto foi aluguel de imóveis para escritório político, que consumiu R$ 26 mil.

Na sequência, vem o custeio de passagens aéreas, aquáticas e terrestres nacionais que ficaram em R$ 16,5 mil. Ele também utilizou outros RS 10 mil para contratação de serviços de apoio. Em seu escritório de apoio, Fávaro conta com 17 servidores comissionados enquanto no gabinete tem outros 14 funcionários. Fávaro também utilizou o imóvel funcional durante os três meses.

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No segundo lugar, está o senador Jayme Campos, somando gastos de R$ 99,5 mil. Desse valor, a maior quantia, R$ 34,6 mil, foi utilizada no pagamento de passagens aéreas, aquáticas e terrestres nacionais. Ele também se valeu de R$ 33,5 mil para contratar serviços locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis.

Com a divulgação da atividade parlamentar Jayme gastou R$ 27 mil, além de outros R$ 3,9 mil utilizados em aluguel de imóveis para escritório político. O senador também utilizou R$ 15,1 mil para custear serviços de Correios e fez uso do imóvel funcional em Brasília nos meses de janeiro, fevereiro e março.

Quem utilizou menos recursos da cota parlamentar foi o senador Wellington Fagundes. No exercício de seu mandato, ele se valeu de R$ 55,6 mil entre janeiro e março deste ano. Foram 17,9 mil de despesas com passagens aéreas, aquáticas e terrestres nacionais e outros R$ 12,3 mil para custeio de locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis.

Fagundes ainda utilizou R$ 11 mil para pagar alugueis de imóveis utilizados para escritório político e R$ 6,6 mil na divulgação da atividade parlamentar. No quesito consumo de material, Wellington Fagundes gastou R$ 27,7 mil com Correios. Tais valores foram usados para custear serviços de sedex e PAC, que é entrega econômica disponibilizada pelos Correios para o envio exclusivo de produtos.

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Relatório detalhado mostra que Fagundes pagou R$ 7,78 mil por um PAC no dia 17 de març. Antes disso, no dia anterior, já havia efetuado outro PAC que custou R$ 5,3 mil. Foi no mês de março que o senador mais gastou com serviços dos Correios, consumindo R$ 21,9 mil. Fagundes 34 servidores em seu gabinete e outras 23 pessoas atuando no escritório de apoio. Ele também utilizou o imóvel funcional de Brasília no primeiro trimestre do ano.

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Blairo avaliza Neri ao Senado

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O ex-ministro da Agricultura e ex-governador Mato Grosso, Blairo Maggi (PP), deu aval ao deputado Neri Geller (PP) para continuar com a sua candidatura ao Senado. Na ocasião, Maggi também garantiu que participará da campanha de Neri para ajudá-lo se eleger.

O encontro entre os dois progressistas ocorreu  nesta quarta-feira (4) em Cuiabá para discutir os próximos passos das articulações em prol de Geller para consolidar a sua pré-candidatura.

Blairo sempre foi um dos avalisadores da candidatura de Neri, e, ao reafirmar o seu apoio mesmo com a possibilidade de Geller não compor a chapa com o governador Mauro Mendes (União), fortalece sua campanha, já que o ex-governador ainda aparece em primeiro lugar nas pesquisas internas para o Senado e governo, mesmo estando aposentado da politica eleitoral.

Neri Geller tem fortalecido o seu nome na disputa ao Senado mesmo com a aproximação do governador com o presidente Jair Bolsonaro e o PL de Wellington Fagundes.

Geller possue o apoio do PSD do senador Carlos Fávaro, do MDB de Carlos Bezerra e o PSB de Max Russi. O Neri também tem conseguido apoios importantes dentro do União Brasil, partido do governador. Já tem o apoio do deputado Dilmar Dal Bosco (União) e dos irmãos Júlio e Jayme Campos, também do União Brasil.

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Com a entrada de Blairo nas articulações em prol de Neri, aumenta a pressão em cima do governador Mauro Mendes, que ainda não definiu se terá Wellington Fagundes como seu candidato ao Senado ou não.   Isso porque Maggi é o padrinho político de Mauro Mendes e seu principal conselheiro político, além de ser considerado ainda a maior liderança de Mato Grosso.

Nos bastidores, a tendência é que Mendes confirme a aliança com Fagundes, mas que abra espaço para Neri fazer campanha. No caso, o PP lançaria uma candidatura solo ao Senado sem ter a cabeça de chapa, ou seja, sem candidatura ao governo.

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