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Centro de transplantes do DF oferece atendimento a famílias

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O Centro de Transplantes do Distrito Federal oferece um serviço de atendimento para famílias de doadores de órgãos. O projeto, batizado de Follow up, disponibiliza acompanhamento psicológico e apoio no momento de luto.

Podem acessar o serviço famílias que tenham autorizado a doação de órgãos e tecidos de algum dos seus integrantes. Essa permissão é uma condição colocada pela legislação para o procedimento.

A central entra em contato com as famílias, por meio do membro que fez a autorização da doação de órgãos. É apresentada a alternativa do serviço. Caso o familiar demonstre interesse, são feitas três seções de acompanhamento psicológico por telefone.

Os profissionais, psicólogos e residentes na área trabalham de forma breve, logo após a perda, e avaliam a situação dos familiares e indicam estratégias e práticas que podem contribuir com o enfrentamento do luto.

Caso identifiquem atendimentos que a pessoa demanda uma continuidade do acompanhamento psicológico para lidar com o luto, esse caminho é apresentado ao familiar, com sugestões de onde encontrar ajuda.

Segundo o centro, o objetivo do projeto Follow up é mitigar os impactos psíquicos causados pela perda de um ente querido e auxiliar as pessoas neste momento de sofrimento.

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Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19 deixou 12 mil órfãos de até 6 anos no país, mostram cartórios

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Ao menos 12.211 crianças de até seis anos de idade no Brasil ficaram órfãs de um dos pais vítimas da covid-19 entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano. Segundo a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), 25,6% das crianças de até seis anos que perderam um dos pais na pandemia não tinham completado um ano.

Já 18,2% tinham um ano de idade; 18,2%, dois anos de idade; 14,5%, três anos; 11,4%, quatro anos; 7,8% tinham cinco anos e 2,5%, seis anos. São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Ceará e Paraná foram os estados que mais registraram óbitos de pais com filhos nesta faixa etária.

Os dados foram levantados com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 7.645 cartórios de registro civil do país desde 2015, ano em que as unidades passaram a emitir o documento diretamente nas certidões de nascimento das crianças recém-nascidas em todo o território nacional.

Os números obtidos pela Arpen-Brasil, entidade que representa os cartórios de registro civil do Brasil e administra o Portal da Transparência, mostram que 223 pais morreram antes do nascimento de seus filhos, enquanto 64 crianças, até a idade de seis anos, perderam pai e mãe vítimas da covid-19.

“A base de dados dos cartórios tem auxiliado constantemente os poderes públicos, os laboratórios e os institutos de pesquisas a dimensionar o tamanho da covid-19 em nosso país e o fato de termos esta parceria com a Receita Federal para a emissão do CPF na certidão de nascimento dos recém-nascidos nos permitiu chegar a este número parcial, mas já impactante”, disse, em nota, o presidente da Arpen-Brasil, Gustavo Renato Fiscarelli.

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Rio de Janeiro

No estado do Rio de Janeiro, ao menos 774 crianças de até seis anos de idade ficaram órfãs de um dos pais vítimas da covid-19 entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano. Os dados foram levantados com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 168 cartórios de registro civil do estado.

Segundo o levantamento, no estado do Rio, 23 pais faleceram antes do nascimento de seus filhos, enquanto cinco crianças, até a idade de seis anos, perderam pai e mãe vítimas da covid-19.

“As diversas parcerias firmadas pelo Registro Civil permitiram realizar esse levantamento, unindo a base de dados dos cartórios de registro civil, o que tem nos proporcionado dimensionar o tamanho do impacto da covid-19 no Rio de Janeiro. O resultado de levantamentos como esse indica caminhos para que os poderes públicos possam ser mais assertivos na resolução de questões que envolvem a cidadania e a dignidade daqueles que ficaram órfãos”, afirmou o presidente da Arpen/RJ, Humberto Costa.

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