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Leitos para pacientes com Covid-19 são desativados

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Os leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com Covid-19 na rede pública de Rondonópolis foram bloqueados e serão desativados. A Secretaria de Estado de Saúde também vai deixar de manter outros leitos na Santa Casa.

O motivo é que nas últimas semanas teve redução no número de internações nos leitos de UTI Covid na rede pública e, além disso, o estado pretende retomar as cirurgias eletivas neurológicas e cardíacas e precisa utilizar os leitos. A SES-MT orientou que se os leitos estiverem ocupados os pacientes devem ser mantidos nas unidades de terapia intensiva até que sejam liberados.

Os 10 leitos que estão sendo bloqueados estão no Hospital Regional de Rondonópolis e a SES também vai deixar de dar aporte financeiro para outros dez leitos que são custeados em parceria com o Ministério da Saúde na Santa Casa. Foram notificados: o escritório regional de saúde que faz a regulação desses pacientes, inclusive de toda região, também a Santa Casa e a Secretaria Municipal de Saúde.

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Com essa redução de leitos de UTI Covid, Rondonópolis, que contava com 60 leitos, agora passa a ter 40 e parte deles para atender pacientes de toda região. Do dia 20 de janeiro deste ano, quando a primeira vacina contra à Covid-19 foi aplicada em Rondonópolis, até agora, mais de 242 mil doses já foram ofertadas aos moradores.

Atualmente, a cidade ultrapassou os 40% de imunização completa da população vacinável. Ou seja, pessoas que já tomaram as duas doses ou vacina de dose única. O reflexo disso já impacta diretamente no número de mortes pela doença no município, que caiu bastante.

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Para OMS, Covid-19 continua a ser emergência de saúde pública internacional

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou no domingo (17) o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), instaurado em fevereiro de 2020. A decisão vai na contramão do que disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) na última semana. No dia 13 de abril, a OMS determinou que a pandemia de Covid-19 continua a ser uma “Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional”. Na prática, isso significa que a doença continua a ser uma pandemia.

A decisão, do diretor-geral da OMS Tedros Adhanom Ghebreyesus, seguiu o parecer do comitê de emergências da entidade. O comitê reconheceu que o Sars-CoV-2, causador da Covid, continua a ter uma evolução “imprevisível, agravada pela sua ampla circulação e intensa transmissão em humanos” e em outras espécies.

Nesse contexto, os especialistas consideraram com preocupação o fato de que alguns países-membros relaxaram medidas de comportamento e saúde pública para diminuir a transmissão do vírus.

Além disso, considerou o comitê, o vírus continua a causar altos níveis de morbidade e mortalidade, particularmente entre populações vulneráveis.

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Diretrizes da OMS

A OMS também emitiu uma nova recomendação temporária para países-membros – de fortalecer a resposta à pandemia de Covid-19, “atualizando os planos nacionais de preparação e resposta de acordo com as prioridades e cenários potenciais descritos no Plano Estratégico de Preparação e Resposta da OMS para 2022”.

Outras diretrizes anteriores foram atualizadas, conforme a orientação do comitê. O órgão reforçou, por exemplo, o impacto negativo que os requisitos de vacinação de cada país pode ter sobre a entrada de viajantes internacionais em seus territórios. A OMS já havia se manifestado contra a comprovação de vacinação em viagens internacionais.

Já a meta de vacinar 70% das populações de todos os países do mundo até julho deste ano foi mantida. Até agora, 64 países já cumpriram a meta, segundo o monitoramento “Our World in Data”, ligado à Universidade de Oxford; o Brasil está entre eles. Por outro lado, um levantamento divulgado na última semana pela própria OMS apontou que 21 países não vacinaram nem sequer 10% de suas populações.

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Entenda o que é a Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional

O estado de “Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional”, também chamado Espin, é considerado o nível máximo de risco da doença no Brasil.

Ele entrou em vigor em fevereiro de 2020, poucos dias depois de a OMS declarar emergência internacional de saúde pública.

A norma permitiu que o governo federal e os governos estaduais e municipais tomassem uma série de medidas, como o uso obrigatório de máscaras e a autorização emergencial para vacinas.

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