CUIABÁ

SAÚDE

SP vai aplicar 3ª dose da vacina contra Covid-19 em idosos a partir de 6 de setembro

Publicados

SAÚDE

 

Doria coletiva
(Reprodução)

SÃO PAULO – O governo do estado de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (25) que vai iniciar, a partir de 6 de setembro, a aplicação da terceira dose da vacina contra a Covid-19 em pessoas que tenham a partir de 60 anos.

Durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista, o governador João Doria disse que o tema vem sendo discutido pelo Comitê Científico desde a semana passada, e que a medida visa aumentar a proteção desse público, estimado em 900 mil pessoas.

Paulo Menezes, coordenador do Comitê Científico, afirma que, apesar da melhora dos indicadores de casos e mortes pela doença, a preocupação com a variante delta tem crescido ao redor do mundo.

 

As 10 melhores corretoras do Brasil para investir em açõesAs 10 melhores corretoras do Brasil para investir em ações

 

Curso gratuito: Pamela Semezzato explica como conseguiu extrair da Bolsa em um mês o que ganhava em um ano em seu antigo empregoCurso gratuito: Pamela Semezzato explica como conseguiu extrair da Bolsa em um mês o que ganhava em um ano em seu antigo emprego

 

Fliper oferece consolidador de informes de rendimento e facilita declaração do IRFliper oferece consolidador de informes de rendimento e facilita declaração do IR

“Observamos em outros países que, mesmo com boas coberturas vacinais, a variante delta se espalhou, se tornou dominante e, portanto, neste momento, entendemos que é um passo a mais na segurança de proteção da população mais vulnerável a possibilidade de receber a terceira dose, ou dose adicional”, afirmou.

Leia Também:  Para OMS, Covid-19 continua a ser emergência de saúde pública internacional

João Gabbardo, coordenador-executivo do Centro de Contingência da Covid-19, afirma que a dose adicional vai ser utilizada com o imunizante que estiver disponível, independentemente da marca aplicada nas doses anteriores. O mesmo acontecerá com a vacina da Janssen – antes de dose única e que agora terá reforço.

Além disso, poderão tomar a dose extra apenas aqueles que já tomaram a segunda dose há pelo menos seis meses. “Isso é uma questão técnica. É a partir do sexto mês que há a possibilidade de queda da eficácia das vacinas”, explica Gabbardo.

Segundo ele, a inclusão de imunossuprimidos na terceira dose, principalmente de pacientes transplantados, ainda vai ser discutida em reunião e deve ser anunciada nos próximos dias.

Após a vacinação do grupo prioritário, a ideia é que seja feito um escalonamento, obedecendo os mesmos critérios utilizados até agora, ou seja, começando pelas faixas etárias mais velhas e terminando pelos mais jovens. O que vai ditar a velocidade da vacinação será a quantidade de imunizantes disponíveis.

Regiane de Paula, coordenadora do Programa Estadual de Imunização, reforça ainda que todos que receberam a segunda dose já estão cadastrados no site “Vacina Já” e que, portanto, não será preciso fazer novo cadastro.

PUBLICIDADE

Com relação à antecipação das doses das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca, de Paula destaca que ainda são necessárias mais doses dos imunizantes para essa medida.

Leia Também: 

A notícia vem um dia após o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciar a aplicação da dose de reforço da vacina contra a Covid-19 a partir do dia 15 de setembro. No caso do Ministério da Saúde, contudo, o imunizante escolhido para essa nova dose foi o da Pfizer.

A princípio, a chamada “dose de reforço” será aplicada em idosos com mais de 80 anos e pessoas imunossuprimidas. Essas pessoas devem ter tomado a segunda dose da vacina há pelo menos seis meses.

De acordo com o Vacinômetro, o estado de São Paulo já aplicou até esta quarta-feira 49,1 milhões de doses de imunizantes contra o coronavírus. Por volta das 13h30, cerca de 34% da população do estado já estava com o esquema vacinal completo.

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

SAÚDE

Para OMS, Covid-19 continua a ser emergência de saúde pública internacional

Publicados

em

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou no domingo (17) o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), instaurado em fevereiro de 2020. A decisão vai na contramão do que disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) na última semana. No dia 13 de abril, a OMS determinou que a pandemia de Covid-19 continua a ser uma “Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional”. Na prática, isso significa que a doença continua a ser uma pandemia.

A decisão, do diretor-geral da OMS Tedros Adhanom Ghebreyesus, seguiu o parecer do comitê de emergências da entidade. O comitê reconheceu que o Sars-CoV-2, causador da Covid, continua a ter uma evolução “imprevisível, agravada pela sua ampla circulação e intensa transmissão em humanos” e em outras espécies.

Nesse contexto, os especialistas consideraram com preocupação o fato de que alguns países-membros relaxaram medidas de comportamento e saúde pública para diminuir a transmissão do vírus.

Além disso, considerou o comitê, o vírus continua a causar altos níveis de morbidade e mortalidade, particularmente entre populações vulneráveis.

Leia Também:  Baratos de verão: produtos de beleza que valem a pena por até R$ 50

 

 

Rosana Richtmann sobre fim da emergência de Covid: 'Tem cunho político por trás disso'

Rosana Richtmann sobre fim da emergência de Covid: ‘Tem cunho político por trás disso’

Diretrizes da OMS

A OMS também emitiu uma nova recomendação temporária para países-membros – de fortalecer a resposta à pandemia de Covid-19, “atualizando os planos nacionais de preparação e resposta de acordo com as prioridades e cenários potenciais descritos no Plano Estratégico de Preparação e Resposta da OMS para 2022”.

Outras diretrizes anteriores foram atualizadas, conforme a orientação do comitê. O órgão reforçou, por exemplo, o impacto negativo que os requisitos de vacinação de cada país pode ter sobre a entrada de viajantes internacionais em seus territórios. A OMS já havia se manifestado contra a comprovação de vacinação em viagens internacionais.

Já a meta de vacinar 70% das populações de todos os países do mundo até julho deste ano foi mantida. Até agora, 64 países já cumpriram a meta, segundo o monitoramento “Our World in Data”, ligado à Universidade de Oxford; o Brasil está entre eles. Por outro lado, um levantamento divulgado na última semana pela própria OMS apontou que 21 países não vacinaram nem sequer 10% de suas populações.

Leia Também:  Para OMS, Covid-19 continua a ser emergência de saúde pública internacional

Entenda o que é a Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional

O estado de “Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional”, também chamado Espin, é considerado o nível máximo de risco da doença no Brasil.

Ele entrou em vigor em fevereiro de 2020, poucos dias depois de a OMS declarar emergência internacional de saúde pública.

A norma permitiu que o governo federal e os governos estaduais e municipais tomassem uma série de medidas, como o uso obrigatório de máscaras e a autorização emergencial para vacinas.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA